A etiquetagem física de equipamentos é essencial na identificação de equipamentos de manutenção. A existência de uma identificação física nos equipamentos, ou Tag, como normalmente é designada, com recurso aos novos sistemas de tags existentes no mercado, pode facilitar diversas tarefas no processo de gestão de manutenção:

  • Abrir um documento online (p.ex. Google docs) com todo o detalhe do equipamento
  • Reportar uma avaria (pedido de manutenção) pelo cliente final
  • Executar tarefas de manutenção preventiva pelos técnicos de manutenção
  • Consultar o histórico de manutenção e trabalhos programados ou em curso
  • Registar directamente uma ocorrência passada ou programar uma para o futuro

E transmite uma imagem de eficiência e organização da própria empresa para os seus colaboradores e para o exterior.

Existem inúmeras formas e processos para identificação física dos equipamentos, sendo as mais conhecidas e aceites pelo mercado como aplicáveis na identificação de objectos de manutenção, as seguintes:

Código de barras

Trata-se da forma mais simples e utilizada para a identificação de equipamentos. Existem inúmeras ferramentas gratuitas para geração destes códigos de barras, uma solução de baixo custo, mas com aplicação limitada a textos simples e curtos. Os códigos de barras podem ser lidos por qualquer dispositivo móvel ou com recurso a leitores de códigos de barras que existem sob as mais variadas formas e com diferentes preços.

QR Code (Quick Responsive Code)

É um sistema relativamente recente, idêntico ao código de barras, mas que por recorrer a uma tecnologia 2D, pode conter informações mais complexas, como textos, páginas da internet, SMS ou dados completos de identificação de pessoas.
Os QR Code podem ser lidos por qualquer dispositivo móvel com uma aplicação própria para o efeito ou, em alguns smartphones mais recentes, utilizando a própria câmara fotográfica.

NFC (Near field communication)

São as mais complexas e que requerem maior investimento, mas também as mais flexíveis e seguras. Têm um vasto leque de aplicações e não são tão fáceis de replicar como os exemplos anteriores. Existem diversos tipos de etiquetas NFC, com menor ou maior grau de complexidade e preço, mas todas permitem a comunicação directa, por proximidade, com smartphones Android.

Qualquer uma das três soluções tem vantagens e desvantagens, dependendo da aplicação que se pretende. Os códigos de barras são ideais para etiquetagem simples onde apenas se pretende guardar uma referência e são muito utilizado em artigos de armazém ou gestão de património. Os Qr Code têm uma aplicação mais alargada e a sua utilização tem crescido muito nos últimos anos. Como são lidos directamente por qualquer smartphone, são muito utilizado para ligação directa a websites ou web applications. Os NFC são os mais complexos porque envolvem alguma tecnologia, no entanto, o custo destas etiquetas está cada vez mais baixo e são cada vez mais simples de configurar e de utilizar.

José Casimiro Fernandes – JAN/2018
Sócio Gerente – Navaltik Management, Lda.

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