Guia de implementação MANWINWIN

#1 Parametrização e registo de Objectos de Manutenção

#1 Parametrização e registo de Objectos de Manutenção

A Parametrização é o primeiro passo a dar antes de se poder começar a gerir a manutenção do parque de equipamentos e da frota da sua Organização. Nela se definirão as regras básicas que acompanharão por longos anos a vida da Organização, pelo que convém fazer opções realistas e sensatas.

O ManWinWin é fornecido pré-parametrizado e pronto a utilizar. Deve, no entanto, adaptar toda a Parametrização ao seu caso concreto.

Neste vídeo vamos focar apenas as parametrizações associadas ao registo de objectos de manutenção no ManWinWin:

Empresa – Organização Funcional
Como o nome indica, Organização Funcional consiste em especificar a função ou sistema de um determinado conjunto de bens no contexto de uma instalação. Agrupar os equipamentos que contribuem para determinada função implica que uma anomalia, em qualquer dos equipamentos desse sistema, pode afectar o desempenho global dessa função. A Organização Funcional exprime a forma de olhar a instalação na óptica da engenharia. O ManWinWin é fornecido com a sistematização funcional disponível em: www.manwinwin.com/fsys.

Empresa – Centros de custo
Exprime a forma de ver a Organização na óptica da direcção financeira. Isto é, a mesma informação de manutenção, mas vista de forma mais sintética e conveniente para a área da gestão financeira.

Empresa – Clientes
A parametrização de clientes só interessa a empresas que prestam serviços de manutenção e pretendem utilizar o ManWinWin para gerir o parque de equipamentos dos seus clientes.

Parque – Tipos de Objecto
O tipo de objecto é uma parametrização que permitirá uma codificação consistente de qualquer objecto de manutenção. Sugerimos agrupamentos de letras mais ou menos sugestivos, como por exemplo: AC – Aparelho Split Ar Condicionado, EL – Elevador, GE – Grupo Gerador, VI – Viatura, etc.
Associado a cada tipo de objecto existirá um desenho de ficha de características técnicas (até 40 por cada tipo de objecto), definindo a colecção de elementos de cada objecto que interessa ter acessíveis para gerir a manutenção. Para cada tipo de objecto poderão também ser definidos os órgãos/componentes do mesmo.

Concretizada a parametrização inicial, a implementação do sistema de gestão da manutenção inicia-se com a constituição da informação necessária para arrancar com a gestão, o que consiste em registar os objectos de manutenção, decidir quais serão os objectos de gestão, preparar os respectivos planos de manutenção preventiva e o primeiro conjunto de ordens de trabalho (OTs).

Um objecto de manutenção não tem, necessariamente, que ter um plano de manutenção preventiva sistemática. Há muitos equipamentos que não têm e outros  em que se decide não planear qualquer manutenção. No entanto, todos os objectos têm que ser registados no parque e, se não tiverem manutenção planeada, serão, pelo menos, objecto de vigilância sistemática ou de manutenção correctiva quando necessário.

O registo de um objecto de manutenção envolve sempre a codificação e a coordenação num centro de custo ou cliente e na organização funcional.

DICAS & BOAS PRÁTICAS

  • A parametrização deve ser encarada como os alicerces de uma construção. Deve-se perder todo o tempo necessário nesta fase.
  • A estrutura para organização da gestão da manutenção deve, sob o ponto de vista administrativo, seguir a prática já utilizada na empresa para identificar os códigos e designações dos centros de custo e/ou dos clientes; sob o ponto de vista da engenharia, deve ser organizada por sistemas, entendidos como conjuntos de bens no edifício que desempenham uma função técnica específica. Ambas as visões se completam mutuamente.

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