Crê-se consensual a ideia de que, com frequência, o papel da manutenção é pouco considerado, quando comparado com os demais setores de uma organização. No meio, são usuais, de resto, observações como a seguinte: «Quando tudo corre bem, ninguém se lembra da existência da manutenção, mas quando, de facto, não existe, todos são unânimes em concordar que devia existir»

Partamos, então, da consideração com que se inicia este artigo e na qual, porventura, o leitor se reverá – especialmente se ligado à área. Ainda que apresentado de forma, digamos, caricatural, é, em todo o caso, um retrato bastante aproximado da realidade de muitas empresas. Ainda assim, paulatinamente, verifica-se que o paradigma tem vindo a alterar-se, em virtude do cada vez maior reconhecimento da importância do papel da função manutenção para o desempenho geral das organizações.

É neste quadro de transformação que surge a decisão de implementar um sistema informatizado de gestão da manutenção (CMMS). Por via de regra, é tomada em razão da necessidade de elevar os patamares de desempenho do departamento e da gestão da manutenção, permitindo à organização evoluir no sentido da excelência. Neste âmbito, na amplamente divulgada obra “In Search of Excellence”, Tom Peters e Robert Waterman identificaram diversos elementos comuns aos melhores casos de gestão das empresas. Pela pertinência, destaca-se a prioridade à ação.

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