Neste artigo será analisado o que é esperado por parte de um CMMS para que este seja a ferramenta que permita a mobilidade na manutenção, será analisado o processo para implementação dessa ferramenta e as vantagens que tem; tudo baseado na análise de um caso real – Prio Parque Tanques

A mobilidade na manutenção é uma realidade; e é o futuro. (…) É preciso, no entanto, nesta transação para a mobilidade, ter consciência do ‘nível de maturidade’ ou nível de desenvolvimento da Manutenção em que a empresa se encontra.

Uma aplicação WEB complementar a um software de gestão de manutenção, não precisa nem pode ter o mesmo nível de complexidade e funcionalidades da aplicação principal. É uma aplicação que se destina ao dia a dia do técnico de manutenção, para este registar trabalhos corretivos, executar trabalhos planeados, consultar informação relativa aos ativos de manutenção, fazer pequenos registos (parâmetros de operacionalidade e unidades de funcionamento), consultar a disponibilidade de artigos em armazém e aplica-los aos trabalhos de manutenção. Pode também, no caso dos prestadores de serviços, ser um veículo de comunicação com os seus clientes, uma vez que os clientes podem ter acesso em tempo real aos trabalhos que vão sendo realizados aprovando os mesmos. Esta ferramenta deve ainda permitir que o gestor da manutenção defina o nível de acesso de cada interveniente à informação disponível. Em linhas gerais uma aplicação WEB para a gestão da manutenção deve conter as seguintes características:

  • Acessível – Tratando-se de uma aplicação WEB, esta pode ser acedida de qualquer lugar e dispensa instalação local;
  • Simples – Não implicando um processo de implementação e formação e não deve conter todas as funcionalidades de Backoffice;
  • Restritivo – Deve ser possível definir os níveis de acesso de cada utilizador;
  • Paper Free Todos os envolvidos nos processos de manutenção têm acesso á aplicação, dispensando a impressão de informação;
  • Incluir fluxos de aprovações – a aplicação deve incluir estágios do trabalho (emitido, executado, aprovado e terminado por exemplo) permitindo a cada utilizador, dependendo do acesso que tem, executar essa mudança de estado, levando a um fluxo de aprovações sem recurso a assinaturas

A mobilidade na manutenção é uma realidade e é o futuro. O papel e as pastas de arquivo tornam-se cada vez mais obsoletas. O novo papel passa a ser o tablet onde podemos aceder a qualquer informação de qualquer lugar. É preciso, no entanto, nesta transação para a mobilidade, ter consciência da fase em que a empresa se encontra. Se falamos numa empresa que ainda não possuí um CMMS, não tem um registo completo e correto dos seus ativos de manutenção nem um planeamento de manutenção, falar de mobilidade na manutenção pode ser dar um passo demasiado ambicioso e um grande motivo para um CMMS não funcionar numa empresa. Todos os processos têm os seus estágios, e em primeiro lugar é necessário ter os processos de manutenção bem estruturados, um CMMS em andamento, utilizar o papel durante uma fase inicial, para habituar primeiro os técnicos à ideia de um CMMS, e só depois desta fase consolidada, avançar para a mobilidade.

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