Estamos perante um novo paradigma quanto às estratégias de manutenção integradas com a IoT e vale a pena fazermos uma reflexão profunda de quanto relevante é realizar esta mudança.

Recuando algumas décadas, a realidade da manutenção era baseada sobretudo na utilização do equipamento até à falha ou avaria, por consequência, na manutenção corretiva. Este tipo de estratégia era, na época, geralmente bem aceite. Paulatinamente, alterações a esta estratégia foram sendo introduzidas, agora com intervenções prévias à deteção da falha, baseadas em intervalos fixos de tempo (calendário) ou de funcionamento – manutenção preventiva sistemática – ou com recurso a monitorização contínua ao estado do equipamento ou componente, também de forma prévia à deteção da falha – manutenção preventiva condicionada. Da sensibilidade dos autores, atualmente, as estratégias preventivas são consideradas como adequadas pela maioria das organizações.

Não obstante, o rápido desenvolvimento tecnológico a que temos vindo a assistir colocou-nos perante uma realidade que já ninguém duvida que veio para ficar: a Indústria 4.0.

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